quarta-feira, 16 de março de 2011

Fora do circuito zona sul: Meza Bar ... e que bar!!!

Quando você viaja e tem a sorte de conhecer alguém "da área", terá a possibilidade de frequentar lugares fora do eixo turístico, que são, normalmente, muito mais interessantes que aqueles comuns aos visitantes.

É o caso do Mezabar/RJ.

Localizado na Rua Capitão Salomão, nº 69, no simpático e animado bairro de Humaitá, no Rio, a casa chama atenção pela beleza. Fica num imóvel antigo, preservado por fora e com o interior totalmente remodelado com extremo bom gosto.




Com o ambiente sofisticado, trata-se de um bar descontraído, regado com ótima música tocada em um volume agradável. É uma balada soft.

O cardápio de bebidas é vasto, com destaque para as caipivodkas, feitas com as mais diversas frutas e misturas. Seja qual for aquela que você escolher, sugiro pedir o acréscimo de hortelã. Fica divino.



A comida é, de certo, original.  Não me refiro aos pratos em si, mas sim à forma em que servidos, em potinhos coloridos.

De início, pedimos um "biju com minas padrão, parmesão e carne seca na manteiga de garrafa" (petisco).



Dos potinhos, comemos o picadinho de mignon na cerveja preta com arroz de castanha de caju e farofa e carne seca na manteiga de garrafa com purê de banana.

A sugestão é: como as quantidades são pequenas, deguste mais de um. São todos muito saborosos.



O serviço foi prestado a contento, mas com pequenas demoras.

O lugar é relativamente caro e aceita todos os cartões de crédito.

Dicas: (I) o lugar é diversão garantida. Como sempre, se for beber, vá de taxi, especialmente no Rio de Janeiro, onde a "lei seca" é exemplarmente aplicada; (II) chegue cedo ou espere bastante por uma mesa; (III) existem lugares na parte externa da casa, mas é muito melhor ficar no espaço interno, até porque, climatizado com um potente ar condicicionado (lembre-se, estamos falando do Rio de Janeiro).

Eu e a Love adoramos.

É isso.

Fotos: Eu mesmo e reprodução.

terça-feira, 15 de março de 2011

SÉRIE 10 DIAS NO RJ

Na segunda quinzena de fevereiro, eu, minha Love e nosso Schummy passamos dez agradabilíssimos dias no Rio de Janeiro, o que, a partir de agora, passa a ser objeto de uma série de postagens sobre lugares muito bacanas, pouco conhecidos de nós outros, mineiros.



Comecemos, pois, pelo "Kiosque do Portugês", uma simpatia de quiosque de praia que fica no Leblon, altura da rua José Linhares (quase em frente ao Hotel Marina), zona sul do Rio.







E sabe qual o "prato principal" da casa: a melhor caipi do Rio, isso na opinião de ninguém menos que Claude Troisgros.

Sem rodeios, o lugarzinho é ótimo. TODAS as caipivodkas que tomamos por lá estavam ótimas. Maracujá, tangerina, abacaxi, caju e a "top" caju com limão.




Mas, caso você não seja lá muito fan da bebida, não se preocupe, tome espumantes, cervejas, etc...

Além disso, as comidinhas são super bem servidas e igualmente imperdíveis. Comemos uma porção de risoles de frango e outra de camarão (600g da iguaria, temperada com muito alho e óleo).

Dicas: (I) as caipis exóticas são servidas a partir de quinta-feira (vale a pena esperar); (II) vá no fim de tarde e aproveite a brisa do Leblon; (III) leve dinheiro, já que cartões não são aceitos.




É isso aí, pequenos! Quando forem ao Rio, não deixem que passar por lá.

Em tempo: gostaria de incorporar ao post o comentário da minha querida Love (Eu Amo Chanel) que trouxe uma lembrança importantíssima:

"E outro ponto positivo foi a honestidade do garçon qdo vc pagou dando dinheiro a mais! "

E aconteceu exatamente isso. Dei R$ 50,00 (cinquenta reais) a mais na conta e o garçon não exitou em nos alertar para o fato e devolver prontamente o dinheiro.

Aqui, acho pertinente dizer que o Rio e os cariocas são objeto de alguns preconceitos. Malandragem e desonestidade estão onde existe o ser humano.

Fotos: Eu e reprodução.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Cantina Pianceza: um jantar agradável, mas sem brilho.

Sabe quando você vai a um lugar e sai com a sensação de que ...foi bom, nada mais. 

Pois bem, foi isso que aconteceu quando fui a Cantina Pianceza, em setembro do ano passado.

Trata-se de uma cantina italiana muito bem instalada em um pequeno espaço na Rua Aimorés 2.422, em Lourdes, Belo Horizonte.

A casa é simpática e faz bem o estilo das cantinas paulistas do Bixiga, bairro paulistano onde se instalou a colônia italiana de SP.


É bom dizer que o lugar não é uma daquelas casas sofisticadas e caras de Lourdes, mas sim um restaurante bacana, mais simples e com preços menos salgados.

Estacionar é fácil e, até por isso, não há serviços de manobrista.

O serviço não é nada especial, mas atende com eficiência.

Para beber, a ala feminina da mesa pediu um espumante rose, que foi servido em boa temperatura.


Eu degustei um tempranillo argentino 2008. Gosto muito dos vinhos dessa uva, apesar de ser melhor cultivada na Espanha. Prove o Pata Negra 2002/08 Gran Reserva (vende no Mart Plus a R$ 55,00).



De entrada um carpaccio de picanha, servido com sorvete de manjericão (salvo engano), versão da entrada até então desconhecida para mim. Prefiro o tradicional.


Os pratos principais ficaram por conta de um talharim com frutos do mar e ravioli de mussarela de búfala com tomates. É evidente que as massas formam a especialidade da casa.



A comida é uma delícia.

O preço é bacana e o jantar saiu a aproximadamente R$ 80,00 (oitenta reais) por pessoa.

Se eu fosse você, eu iria. Não espere muito e saia satisfeito.

É isso, quando for, conta aqui sua opinião sobre a casa.

Fotos: Eu.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Bonitinha, mas ordinária!


Se você assume a proposta de contar suas experiências, deve estar disposto a falar bem e mal, dizendo, sempre, a verdade.

Exatamente por isso, mesmo correndo o risco de ser repetitivo, gosto sempre de lembrar que faço relatos pontuais e que, portanto, nada substituirá suas próprias impressões.

Falemos, pois, da Risoteria Sorriso - unidade Anchieta, em Belo Horizonte.



 
Já estive neste lindo restaurante em duas oportunidades: numa chuvosa tarde de outubro e no final de dezembro, quando passei uma noite que posso classificar, quando menos, de estranha.

Antes de começar, é preciso dizer que, se você aparecer por lá nas tardes de sábado, vai "degustar" o excelente trabalho do DJ Leandro Rallo, que empresta ao ambiente ares de balada.



Pois bem, de início, as boas notícias. Com uma decoração moderna e de ótimo gosto, o lugar é realmente maravilhoso e conta com um espaço destinado à exposição das bolsas do estilista mineiro Rogério Lima, responsável, também, pelo layout do cardápio. Tudo ali combina muito com moda. 

Localizado na rua Pium-í, conhecida pela farta opção de bares e restaurantes, a casa oferece vários ambientes. Seja na varanda ou no espaço interno, a beleza dos móveis é admirável. O banheiro é igualmente lindo, mas micro e, por isso, desconfortável. Com paredes de vidro, a cozinha tem visão aberta ao salão, podendo todo trabalho dos profissionais ser verificado pelos clientes.


Contudo, as boas notícias pararam por aí. Como disse, já estive lá por duas vezes, ambas, apesar do acima, desastrosas.

Não sei se por conta da localização do bar de bebidas, que fica na varanda, ou se porque a pessoa que serviu a mesa foi a mesma que tirava o chopp, todos nossos pedidos de bebida demoraram demais. Ora, especialmente se uma casa se propõe a servir chopp (no caso, "Sandy" Devassa), deve se preparar para atender com agilidade os pedidos de seus clientes.


Pense: você espera por um drinque (prefiro escrever assim), um espumante e até mesmo um vinho. Mas chopp e cerveja são bebidas de consumo mais rápido e por isso de maior demanda.

Pois bem, cheguei a esperar por 10 minutos por um chopp. E que não se diga que a demora fora causada por troca de barril ou outra situação equivalente. Não! O atendimento estava super confuso.

Aliás, na casa, pude constatar a diferença entre garçons profissionais e aqueles escolhidos somente pela aparência ou estilo. "Esquecimentos" foram constantes.

Continuando, minha esposa e uma amiga pediram um espumante, beberam uma garrafa e, quando pediram a segunda, ouviram do garçom um sonoro "acabou"! Ora, em uma noite de sexta, isso não pode acontecer!

Quando fizemos os pedidos dos pratos, mais falhas: alguns risotos presentes no cardápio não estavam sendo servidos por falta de ingredientes e aqueles pedidos não estavam à altura de um restaurante que se propõe especialista em um tipo de culinária (no caso risotos). Pior: aquela mesma amiga do espumante pediu um sanduíche, acompanhado de batatas "sorriso". Pois bem, veio o sanduíche, mas sem as batatas, que somente apareceram depois que o prato havia sido consumido. Diga: você esperaria?

As entradas, estas sim, muito boas. Tanto o filé com mostarda djion, quanto os carpaccios e um outro petisco com lascas de parmesão (que não lembro o nome) estavam perfeitos.

Mas a impressão geral foi ruim.

Mesmo considerando que, para qualquer bom atendimento, preço é (ou deveria ser) irrelevante, ainda assim, não posso deixar de mencionar que o lugar é caro (mais de R$ 100,00 por pessoa se você for jantar), o que, inegavelmente, aumentou o desgosto.

Assim, se num restaurante a qualidade da comida e do serviço deve orientar a escolha dos clientes com maior relevância, fica a dica é: indique aos inimigos!

Mas se, por fim, você discorda de mim, deixe um comentário e conte sua experiencia.

É isso!

Fotos: reprodução.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Fim de semana em Sampa.

Como disse aqui, no final de semana dos dias 19 a 21 de novembro de 2010, eu e minha Love estivemos em São Paulo para o show do Macca, o que, necessariamente, desaguou em dias de muita diversão e gastronomia, com boas e más surpresas, sobre as quais falamos abaixo.

De cara, aí vai a primeira dica: para você poder frequentar bons lugares, fora do circuito turístico, tenha bons amigos.

E aqui não posso deixar de citar a agradabilíssima companhia do casal de amigos Michelle Kodama (blogueira responsável pelo seguraopicuma.wordpress.com) e Rodrigo, sempre solícitos e divertidos, que nos levaram no Boteco São Bento, uma choperia deliciosa com ares de balada.

Lá, você pode dagustar diversas marcas de chopp, tirados de lindas e enormes chopeiras.



E olha eles aí!


Se você aparecer por lá, não deixe de pedir a porção hamburguinhos.

Seguindo, no sábado almoçamos no Zuco, no Jardins. Na verdade, trata-se daqueles restaurantes cuja proposta não admite (ou pelo menos não deveria) o lugar comum. É bonito, confortável e caro. Contudo, não agradou por ter sido, PELO MENOS NO DIA, DIGA-SE SEMPRE, medíocre (no sentido original da palavra).



A boa notícia ficou por conta do Paris6, um lugarzinho super charmoso, também no Jardins. Sem rodeios, lá você come o melhor petit gateau de doce de leite da história. INDECENTE!



À noite, na companhia da nossa amiga Letícia e por sua feliz indicação, fomos ao Vila Cioe, restaurante de culinária toscana em higienópolis. Uma graça, bom e barato. Vá!




E o prato da Love:



Domingo, o almoço foi na boa e velha Cantina do Roperto, no Bixiga. Dica: depois da macarronada, pudim de leite condensado.



Ufa....... depois de tudo isso e 75 quilos mais gordo, assim foi mais fim de semana em Sampa, não sem antes um passeio pela Paulista.


É isso, divista-se sempre.

Fotos: Eu, Love, reprodução.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Vida que seguiu... muitas coisas pra contar...

Sim sim sim é verdade! Durante quatro meses estive fora do ar e, devo confessar, pensei se deveria voltar a escrever neste espaço.

Contudo, a grata surpresa ficou pelo milhões, ou talvez, BILHÕES, de emails, telefonemas e tweets invariavelmente implorando pela continuidade do "onde é que eu fui". Isso, claro, sem falar na voz das ruas.

Portanto, estou de volta.

Bem, deixando a mentira de lado, devo dizer que, nos próximos dias, compartilharei aqui fatos, eventos, datas e acontecimentos desse período que marcaram minha vida para sempre.

De início, um dia para a história na vida de qualquer beatlemaníaco (e eu sou um deles).

Domingo, 21 de novembro de 2010, uma noite mágica. Sob a luz de uma lua cheia inimaginável, presenciei, junto a minha Love, claro, o show do maior artista vivo: Paul McCartney.

Para mim, foi uma dos momentos mais felizes da minha vida. Voltei ao passado, cantei, chorei "pra burro", ri e, acima de tudo, fiquei muito feliz de ser fã de uma celebridade que respeita seu público.

A saga pelos ingressos da Up and Coming Tour exigiu dedicação de quase dois meses, entre a confirmação do show e a efetiva compra dos tickets para o melhor setor do gramado.



Ingressos na mão, a chegada ao estádio do Morumbi, em São Paulo, ainda durante o dia.




A espera.



Fazendo amigos. Beatles para sempre.



Pontualmente à 21:00h, Sir Paul iniciou a apresentação que duraria 3 horas e 33 músicas.


All my loving, Yesterday, Hey Jude, Live and Let Die, Let it be, My Love, Let ´m in, Get Back, Helter Skelter, enfim, tudo que um beatlemaníaco, amante do melhor rock and roll do mundo, poderia que ouvir. E mais, Macca reservou três momentos especiais: 1) Here Today, composta para o amigo Lennon, por ocasião de sua morte; 2) Something, tocada inicialmente com um "ukalele" dado por George; e, finalmente, 3) A Day in the Life/Give Peace a Chance, quando o público prestou-lhe uma das homenagens mais lindas já vistas. Aliás, quem estava lá percebeu que Paul demonstrou emoção com o carinho da platéia por, pelo menos, três vezes.








E como não se emocionar?



Vale, ainda, dizer que, demais de tudo isso, o show foi tecnicamente perfeito. Em português, Paul conversou e brincou com o público a quem se referiu, agora em inglês, usando a expressão "something else".

Enfim, meus caros, jamais esgotaria minhas lembranças desta noite. Como disse, foi mágico.

Em tempo: é claro que, durante o final de semana em Sampa, frequentamos bares e restaurantes que serão objeto do blog ainda nesta semana.

É isso. Estamos de volta!!!!

Fotos: Eu e Love.