domingo, 12 de setembro de 2010

FERIADO COM CASAMENTO EM MATO GROSSO DO SUL, O ESTADO DO PANTANAL

Neste último feriado da indenpendência eu e a Love fomos a Campo Grande/MS para o casamento dos amigos Ulysses e Ana, duas pessoas que, além de muito queridas, sabem dar um festejo daqueles.

Mas, deixemos a festa a comilança e os pileques para depois e vamos, por ora, falar da Capital sulmatogrossence, Campo Grande. E aí já vai a primeira dica deste post: como muito provavelmente você deve relacionar o Mato Grosso do Sul à região de Bonito (talvez o maior atrativo do Estado), não deixe de reservar alguns dias para conhecer a Capital e fazer umas comprinhas no Shopping China em Pedro Juan Caballero, Paraguai (mais amanhã).

Vamos por partes!

Mesmo para quem vai à região do Pantanal, a porta de chegada é Campo Grande. Com aproximadamente 700 mil habitantes, a cidade é de médio porte, lambrando muito as minieiras Uberaba e Uberlândia. Com ruas e avenidas largas a qualidade de vida ali é, na minha opinião, muito superior ao que experimentamos nas metrópoles brasileiras. 

Pois bem, partindo de onde for, você vai encarar um vôo para São Paulo ou Brasília, onde fará conexão para a segunda etapa que o leverá ao destino em 1:20h. A novidade é que a companhia aérea Azul voa de/para Campo Grande para/de Rio e BH direto. Demais cidades é bom consultar.

Assim que chegar, perceberá que a cidade merece um aeroporto maior e melhor. Tenha paciência, só existe uma esteira de bagagens.


Quando desembarcamos, pudemos sentir o calor humano e, digamos, climático de 39ºC... Olha, um sol pra cada um... Mas lá é assim. Prepare-se! Obs.: há sim alguns dias (e noites) frios e eles podem ser bem frios, então, uma blusinha não vai mal.

Quando sai do terminal, um imenso tuiuiu lhe dá as boas vindas.


Olha, não dá para falar de tudo na cidade, mas saiba que, por lá, você vai encontrar bons bares e restaurantes. Não é uma noite badalada, mas proporciona boa diversão. Dica (2): pela vocação da região, notadamente agropecuária, come-se deliciosos cortes de carne.

Dois bons passeios são o Parque das Nações Indígenas e a Feira de comidas e artesanato de Campo Grande, onde você vai conhecer o tereré e os deliciosos pasteis feitos pela relevante colônia japonesa que por lá criou raiz.


But, como disse, a principal razão de nossa ida à "cidade morena" foi celebrar o casamento dos nossos amigos. Olha, falar da festa eu não posso... faltariam palavras... As fotos dizem tudo:

A noiva


A igreja


E a festa... ahhhhh a festa

O lugar

As maravilhosas comidas

To the feet

Nossos anfitriões, casal maravilhoso!

E os amigos...

Com o (ex) noivos
Atenção: este post contém cenas fortes e que podem causar distúrbios em algumas pessoas... OLHA ISSO!

E a Love digamos... feliz
E, depois da chapação, só o:


Na verdade gente, estava tudo perfeito e, apesar dos pesares (gorós), acabou tudo bem.

Esse post é uma homenagem ao Ulysses e a Ana a quem desejamos (eu e a Love) toda felicidade do mundo.

Ah.... e, no dia seguinte, ainda fomos "vítimas" de um churrasco oferecido pelo casal... Acho que agora sei qual o motivo do excesso de peso no avião. Aliás é bom que se diga que nossa aterissagem foi uma pluma regada a descarga de adrenalina e susto.

Por fim, voltamos para BH numa terça que parecia domingo, seguida de uma quarta com cara de segunda a terminamos a semana numa sexta que só podia ser uma quarta.(???????????????????????)

E, quando aqui chagamos, vimos que não vale a pena estacionar o carro naquele Minas Park lá perto do aeroporto de Confins .... Muito trabalho por porca diferença de tarifa.

É isso aí, amanhã conto sobre nossa ida ao Paráguas...Abre o olho SRF...

Fotos: reprodução e eu mesmo (menos nas que eu apareço)


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

PASSEIO PELA VILA MADALENA: BAR FILIAL.

São Paulo guarda, como se sabe, infindáveis opções de entretenimento. Quando estive lá, no início do mês de agosto, minha amiga Letícia, já moradora de Sampa há alguns anos, nos levou (eu e a Love) a um divertido passeio pela Vila Madalena, mais especificamente, ao Bar Filial.

Falando do bairro, a Vilamada (para os íntimos) é um lugar onde você acha balada pra todo gosto: boteco, boite, restaurante, pizzarias ... pra solteiro, pra casal ... enfim ... para TUDO. 

Ponto nobre, situada no distrito do Alto dos Pinheiros, região oeste da Capital paulista, a Vila Madalena exala agitação. Isso fica bem evidente logo que você chega ao bairro, repleto que é dos diversos tipos de casas noturnas abarrotadas de paulistanos e paulistanas que esticam a noite, certamente, até a manhã do dia seguinte. 

A famosa "Feira da Vila" atrai gente de toda parte, com shows e barracas de artesanato.

Uma vez por mês, as lojas e ateliês fazem um fim de semana com todos os produtos na calçada e uma van que leva gratuitamente os visitantes para conhecer os pontos mais interessantes do bairro. É fantástico.



Bem, como disse, eu e a Love fomos a Vila Madelena na companhia de minha amiga lá (aaaa) de Dom Silvério, Letícia, uma simpatia de pessoa que escolheu, para uma noite de sábado, o Bar Filial.

Bem decorado, o Filial é um típico boteco paulistano onde você vai para, sem rodeios, beber chopp e comer iguarias gordurosas. Portanto, se for, entregue-se a um chopp brahma super gelado e bem tirado e aos pratos deliciosos que eles servem por lá. Ah! Detalhe: eles controlam a quantidade de chopps servidos pelos porta-copos (bolachas) na mesa.


A única ressalva fica por conta de um pastel que estava muito, mas muito gorduroso. Fora isso, tudo bem...
 
... até porque, a companhia foi a melhor possível.
 
 
Êita 20 e poucos anos ... A Letícia é a mesma! Já o blogueiro.... xiiii...
 
 
O preço é bem compatível com a proposta. Você não vai gastar mais de R$ 50,00 (cinquenta reais).
 
Os banheiros são os de boteco, mas até que razoavelmente limpos.
 
O serviço é bom e o chopp é gelado.
 
Dica do blogueiro: (I) à noite, não vá de carro, já que engarrafamentos são constantes e podem esgotar sua paciência. Mas, se for, tem um estacionamento (caríssimo) bem em frente ; (II) visite o bairro durante o dia, vale a pena.
 
É isso aí.
 
Fotos: reprodução, eu e o garçon.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

COMER ... AMAR ...GASTAR! ISSO É SÃO PAULO.

Explico o título desta postagem: pra mim, São Paulo é a meca de tudo aquilo que eu gosto e melhor: muito bem servido.

No início do mês passado, Eu e a Love passamos um final de semana lá, quando, entre passeios e encontros de blogueiros, comemos muito bem (e bastante). A partir de agora, passo a narrar nossos passos em SAMPA.

Viagem bem tranquila.

Não tem jeito, ninguém obedece o pobre do piloto e levanta todo mundo com o avião ainda em movimento.



Dá pra ver que tava frio pra burro!

Mas... para iniciar nossas lembranças, que tal começar pelo melhor: DALVA E DITO! Trata-se do restaurante, digamos, mais em conta do chef Alex Atala, que também é proprietário do internacional DOM, por ora, ainda que um tanto inalcansável.

Localizado nos Jardins e com desing assinado por Marcelo Rosenbaum, o restaurante é lindo. Na verdade, o estilo da casa é bem adequado à proposta de servir comida brasileira com sofisticação.

A fachada.

O interior.

A varanda.


De entrada, o couvert, composto por pães diversos (o de milho é indecente de bom) servidos pelos ótimos garçons da casa, pimentas variadas (4 opções) e bem fortes, manteiga Aviador, alho cozido e beringela. Vixi!



Para beber, fomos de Cerpa Long Neck. Já como pratos principais, a Love pediu tipo um "bife a cavalo acebolado" e Eu uma picanha brasileira, servida com farofa de ovos, arroz branco e batatas crocantes. Putzzzz.


Detalhe: o ponto da carne estava perfeito!

De sobremesa, um pudim de leite condensado caseiro que dispensa qualquer comentário.

Preço: o lugar é caro , mas vale a pena. Aliás, não é nada mais caro que os restaurantes mais badalados de Belo Horizonte. O almoço saiu a R$ 212,00 (duzentos e doze reais).

Banheiros: perfeitos! Limpos, lindos, cheirosos, modernos e com produtos Granado.

Dicas do blogueiro:

1. Desfrute de um bom almoço na varanda da casa e você poderá conhecer o responsável por tudo aquilo (e ainda tirar uma foto na cozinha). O cara é uma simpatia e atende no salão com o maior prazer.


2. Se beber, não cometa o suicídio de andar pela Oscar Freire depois do almoço. Acredite, você vai se arrepender.

Em conclusão, pra mim, o lugar é perfeito (quantas vezes usei essa palavra?)!

É isso aí, quarta tem mais, porque no final de semana vamos a Campo Grande/MS e Paraguas (uhuuu muambas)...

Fotos: reprodução, Eu e um simpático funcionário da casa que eu não lembro o nome.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

FESTIVAL DE GASTRONOMIA DE TIRADENTES E UM JANTAR EM SÃO JOÃO

Há treze anos, o festival de cultura e gastronomia de Tiradentes é um dos eventos gastronômicos mais conhecidos do país. A cidade fica lotada de turistas e existe uma efervescência cultural nos espaços públicos. Bares, restaurantes, ruas e praças ficam lotados e bastante divertidos.

Este ano, a convite de meu amigo Gustavo, fomos conferir de perto o que rola por lá.

Chegamos a cidade às 16:00h de sábado o que, por fim, foi um problema. O ideal para aproveitar bem uma estada na cidade é separar, pelo menos, um final de semana completo (sexta, sábado e domingo) para que você possa degustar as verdadeiras obras de arte que são servidas nos participantes do festival. 

Para tanto, caso decida ir no ano que vem, por exemplo, fique atento à divulgação para reservar seu lugar com bastante antecedência em um dos disputados festins. Mas prepare o bolso, neste ano o preço per capta foi de R$ 300,00. 

    
De cara, fomos direto para o Botequim Oficial (primeira foto), uma estrutura montada na praça central da da cidade. A verdade é que o lugar estava um pouco caótico, com pedidos demorando muito e um pecado, para mim, imperdoável: não aceitava cartão!!!

No sábado a noite, jantamos em um restaurante participante do festival, localizado, porém, em São João Del Rey, chamado A Casa Galdino. Servia-se, na noite, um menu degustação com entradas, dois pratos principais e sobremesa, tudo ao preço de R$ 79,00 por pessoa. Minha opinião e da Love: apesar dos pratos serem bons (nada especial), não valeu o preço pago!


No dia seguinte, o almoço foi em Tiradentes, num lugarzinho bem gostoso, o Restaurante da Beth. É uma casa bonita, simpática e que serve uma comida mineira de primeiríssima qualidade.

Detalhe: quando você chega ao local, se depara com esta placa, que é, quando menos, muito criativa e dá a idéia do que (e quanto) esperar:

 Dá uma olhada nesse palmito ao alho:

E os pratinhos principais:

Quer uma dica? NÃO DEIXE DE IR! O preço é bacana, o ambiente é bonito e vale a penas demais.

Pois bem, depois do almoço voltamos para BH.

Mas, antes de finalizar, é preciso dizer que a boa surpresa ficou por conta do centro histórico de São João Del Rey, um espaço público muito bem cuidado. Visite.

 

 

Enfim, até pela excelente companhia, a viagem foi ótima. Entretanto, como disse, o ideal é fazê-la com mais tempo.

Dica do blogueiro: Indo pela BR 040 ou pela duplicada BR 381 (onde você anda 40 km a mais), é de se dizer que as estradas estão boas. A primeira opção foi reformada recentemente, enquanto a segunda é bem mais vazia. O ideal é ir pela 040 e voltar pela 381.

Cuidado 1: a sinalização até São João Del Rey é boa, mas, de lá para Tiradentes é inexistente. Aceite: você vai se perder! Dica: pergunte.

Cuidado 2: não volte pela 381 se for passar por Betim/MG após as 17:00h, isso porque algum gênio da PRF fecha, SEM MOTIVO APARENTE ALGUM, uma das duas pistas da estrada e causa, como diz o Gustavo, um congestionamento GIGONORME!

É isso aí. Na quinta, tem Sampa.

Fotos: Eu mesmo.