quarta-feira, 23 de março de 2011

Carnaval, Bar da Lagoa e Petits Fours.... tudo tradicionalmente CARIOCA!

Nosso último dia no Rio de Janeiro não podia ser mais carioca. E foi o mais carioca dos dias da semana: domingo... de praia, de carnaval, de almoço regado a chopp e bolinho de bacalhau e, finalmente, de docinhos na Petits Fours.

Sem rodeios, passemos, pois, aos trabalhos.

O domingão começou, a pedidos insistentes da Love, no Bloco da Preta. Para quem não sabe (e eu não sabia), a cidade do Rio de Janeiro, na semana anterior ao carnaval serve de palco para nada menos que 400 blocos, quase todos tradicionalíssimos.

E lá fomos nós. Foi uma grata surpresa. Preta Gil não tem muito repertório e, talvez por isso, sua passagem Av. Vieira Souto foi marcada por covers de músicas brasileiras de todos os tipos e épocas.

A presença de globais colabora, inegavelmente, para o sucesso carnavalesco da cantora.

Depois, praia. 



Dica: os dez dias anteriores ao carnaval são ideais para quem quer se divertir nos blocos da cidade, que ainda não está tão cheia. Verifique a programação.

Bem, e para repor as energias deixadas na avenida, o almoço foi no imperdível Bar da Lagoa. Imagina um lugar que é simplesmente bom! Sem ambientes requintados, embora charmoso, nada de alta gastronomia e sem garçons bonitinhos.

Fundado em 1934, lá, você encontra comida caseira da melhor qualidade, chopp ou cerveja geladíssimos e ótimo serviço prestado por profissionais "velhos de guerra", vestidinhos de pinguins, como manda a tradição. O preço é super razoável. Putz, e ainda tem A lagoa.




A dica é ir! Fica na Lagoa Rodrigo de Freitas, quase esquina com Vinicius de Morais, em Ipanema.

Para finalizar, na noite de domingo, após uma pizza na famosa Pizzaria Guanabara, eu e minha Love nos esbaldamos numa graça de doceria que fica logo ali ao lado.


O arsenal deles é uma verdadeira covardia e não existe arma pequena. Tudo ali é muito bem servido.



Esqueça a dieta! Use e lambuze-se sem moderação ou culpa.


Ao final dessa verdadeira saga pela Cidade Maravilhosa, fica minha declaração de amor ao Rio e o agradecimento à valoroza companhia de uma incansável amiga.
Reprodução.

É isso. Rio, até já!

Fotos: Eu, menos a última, claro!

terça-feira, 22 de março de 2011

VOCÊ GOSTA DE CERVEJA? EU GOSTO!

Então vamos lá. De novo: você gosta de cerveja? Pois é eu gosto. Olha....então, este post é pra gente!

Na verdade, hoje eu vou falar de uma descoberta.

Andando pelas ruas de Ipanema, indo para lá e para cá, aliás o que se faz no Rio é andar feito um camelo, descobri um certo lugarzinho precioso.

Trata-se do Delirium Café, um verdadeiro pub belga em Ipanema. A casa leva o nome daquela já escolhida e melhor cerveja do mundo.


Lá, eles dispõem de um incontável número das melhores cervejas e drafts (chopps) do mundo inteiro, servidas ao som de muito rock, blues e jazz.


Dessa última vez, estive lá três vezes e, em todas, gostei cada vez mais do lugar, que é um charme.


Localizado na Rua Barão da Torre, nº 183, a casa é relativamente pequena, mas confortável. 


Não tem muito o que falar, até porque sempre fui só para tomar cervejas boas... e como são boas. 



O serviço é ótimo, o que fica claro pela verdadeira aula que o staff te dá toda vez em que questionado sobre características das cervejas, que são, repitamos, de toda parte do mundo.



Destaque para os banheiros, limpíssimos e, como toda casa, com uma decoração super criativa.

Olha, cerveja importada é cara, mas o preço é razoável. Como disse, ainda não comi os petiscos de lá, mas, pelo que percebi são dos estilo alemão/belga. Cartões são aceitos, mas sempre consulte antes.

Dica, não deixe para ir muito tarde. A casa encerra cedo, aproximadamente à meia noite.

Por tudo isso, quando for ao Rio, ou se você for daí, não deixe de ir.

É isso. Um brinde.

Fotos: Eu, Love e reprodução.


segunda-feira, 21 de março de 2011

Porque não achei o 66 Bistro nenhuma "marravilha".

O nome Troisgros circula no cenário gastronômico há pelo menos três gerações. A família começou sua tradição na França dos anos 30. Para nós outros brasileiros, o representante mais famoso do clã é o chef francês Claude Troisgrois, há 25 anos trabalhando no Brasil, onde recebe, merecidamente, diga-se, o reconhecimento daqueles qua apreciam a alta gastronomia.

Ultimamente, Claude vem diversificando sua atuação profissional, sendo, até mesmo, apresentador de programas especializados no canal por assinatura GNT, dentre os quais o "Que marravilha", divertidíssimo show onde pessoas comuns praparam, sob a orientação e avaliação do chef, pratos desenvolvidos para a alta culinária.

Portanto, quando finalmente fui ao 66 Bistro, que, a bem da verdade, é comandado por seu filho Thomas Troisgrois, quarta geração da família de "mestres cozinheiros" (expressão usada no site do Bistro), esperava desfrutar da suma qualidade.

  

Infelizmente não foi assim!

Localizado no Jardim Botânico/RJ, a fachada da casa é discreta. No interior, existem alguns ambientes, todos bem decorados, mas sem inovações. Tradicional!






Para beber, Eu e a Love pedimos um espumante nacional que, no dia, faltava. Ora, mais uma vez, sexta-feira não é dia de faltar produto do cardápio. O garçon ofereceu uma alternativa pelo mesmo preço, sugestão prontamente atendida.

De entrada, ficamos no couvert a R$ 21,00 por pessoa. 

Para jantar, a Love pediu a especialidade da casa, Risoto de Brie Parma e Rúcula R$ 62,00. Eu, por recomendação de uma amiga, pedi o carré de cordeiro grelhado, farofa de tomate e limão confit, por R$ 74,00, que comi com meia garrafa de um malbec muito gostoso.  


Foto meramente ilustrativa.

Foto meramente ilustrativa.


Na boa, sem medo de errar na avaliação, NADA DEMAIS. Aliás, posso dizer que, no dia, nossa estada no 66 Bistro pode ser perfeitamente definida como "lugar comum" (exceto a conta, claro).

Mais ainda: o banheiro é esquisitíssimo, do tipo comunitário (para homens e mulheres). Ficamos numa mesa perto do caixa, na passagem dos garçons, o que, ante o comportamento do staff da casa, nos pareceu estar no Porcão (uma gritaria geral). Pior: o uniforme do garçon que nos atendeu estava sujo.

O serviço foi ruim.

Leitores, por tudo que os envolve, a comparação entre o nome Troisgrois e Alex Atala é inevitável. Remeto aqui ao que escrevi sobre o Dalva e Dito, restaurante comandado por este último que, como se vê abaixo, faz questão de atender pessoalmente as mesas no salão. Nesta "briga" não existe segundo round!


Gente, o 66 Bistro foi uma decepção total. Comemos melhor em muitos outros lugares do Rio, pagando muito menos.

Ah... é bom dizer que a conta deu R$ 400,00 muito mal gastos. Pelo que oferece, é caríssimo.

É isso: muita fama e pouca cama.

Fotos: Eu e reprodução.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Conheça o Bar Astor Rio, em Ipanema.

Vamos supor que você gosta de chopp. Portanto, podemos concluir que você, aqui no nosso exercício de elocubração, se amarra numa choperia.

Vamos, então, pensar numa clássica casa de chopp, ou seja, ampla, animada, com um grande bar central, uma chopeira gigante, gelada e suada da qual "brota" aquele líquido dourado e saboroso. O serviço, preferencialmente, deve ser bom.

Pois é, o Bar Astor é assim ........... e muito mais.



Antes de abordá-lo, Eu preciso dizer que beber chopp no Rio de Janeiro é diferente de qualquer outro lugar. Por um motivo que não se explica, o Chopp do Rio é melhor, isso sem mencionar que o clima da cidade é próprio para a prática do chopismo.

Voltando ao Astor, digamos, de início, que o lugar é privilegiado. Localizado na Av. Vieira Souto, na orla de Ipanema, a casa é muito bonita.

Bem decorada, tudo ali combina o propósito maior do lugar. Ou seja, como disse, é uma choperia clássica.



Na varanda ou no salão interno, o clima é sempre agradável.



Agora, os acréscimos. No Astor, você pode (se não quiser beber chopp) tomar um excelente vinho (e a adega é vasta, diga-se), assim como degustar drinks diversos.

Eu e a Love fomos no básico: o melhor chopp Brahma.


Todos os petiscos são deliciosos. O menu é amplo e, para quem quiser jantar, com diversos pratos muito bem elaborados. Nós optamos pelo "delícia à milanesa". Realmente, uma delícia.


Os banheiros são grandes, confortáveis e bonitos. O lugar não é exatamente barato. Lá, todos os cartões são aceitos.

O serviço é um dos pontos altos da casa, o que, para uma choperia, é vital.

Dica: vá cedo ou prepare-se para esperar no balcão ou mesmo na parte externa. Sem problemas, mesmo enquanto aguarda mesa, eles te atendem super bem, no bom e velho sistema de cartelas.


Love na "espera".

Pra mim, imperdível! Em breve, daremos novamente o ar da graça.

É isso. Já foi lá? Deixa um comentário aqui e conta o que achou.

Fotos: Eu e reprodução (retiradas do site oficial). 



quarta-feira, 16 de março de 2011

Fora do circuito zona sul: Meza Bar ... e que bar!!!

Quando você viaja e tem a sorte de conhecer alguém "da área", terá a possibilidade de frequentar lugares fora do eixo turístico, que são, normalmente, muito mais interessantes que aqueles comuns aos visitantes.

É o caso do Mezabar/RJ.

Localizado na Rua Capitão Salomão, nº 69, no simpático e animado bairro de Humaitá, no Rio, a casa chama atenção pela beleza. Fica num imóvel antigo, preservado por fora e com o interior totalmente remodelado com extremo bom gosto.




Com o ambiente sofisticado, trata-se de um bar descontraído, regado com ótima música tocada em um volume agradável. É uma balada soft.

O cardápio de bebidas é vasto, com destaque para as caipivodkas, feitas com as mais diversas frutas e misturas. Seja qual for aquela que você escolher, sugiro pedir o acréscimo de hortelã. Fica divino.



A comida é, de certo, original.  Não me refiro aos pratos em si, mas sim à forma em que servidos, em potinhos coloridos.

De início, pedimos um "biju com minas padrão, parmesão e carne seca na manteiga de garrafa" (petisco).



Dos potinhos, comemos o picadinho de mignon na cerveja preta com arroz de castanha de caju e farofa e carne seca na manteiga de garrafa com purê de banana.

A sugestão é: como as quantidades são pequenas, deguste mais de um. São todos muito saborosos.



O serviço foi prestado a contento, mas com pequenas demoras.

O lugar é relativamente caro e aceita todos os cartões de crédito.

Dicas: (I) o lugar é diversão garantida. Como sempre, se for beber, vá de taxi, especialmente no Rio de Janeiro, onde a "lei seca" é exemplarmente aplicada; (II) chegue cedo ou espere bastante por uma mesa; (III) existem lugares na parte externa da casa, mas é muito melhor ficar no espaço interno, até porque, climatizado com um potente ar condicicionado (lembre-se, estamos falando do Rio de Janeiro).

Eu e a Love adoramos.

É isso.

Fotos: Eu mesmo e reprodução.

terça-feira, 15 de março de 2011

SÉRIE 10 DIAS NO RJ

Na segunda quinzena de fevereiro, eu, minha Love e nosso Schummy passamos dez agradabilíssimos dias no Rio de Janeiro, o que, a partir de agora, passa a ser objeto de uma série de postagens sobre lugares muito bacanas, pouco conhecidos de nós outros, mineiros.



Comecemos, pois, pelo "Kiosque do Portugês", uma simpatia de quiosque de praia que fica no Leblon, altura da rua José Linhares (quase em frente ao Hotel Marina), zona sul do Rio.







E sabe qual o "prato principal" da casa: a melhor caipi do Rio, isso na opinião de ninguém menos que Claude Troisgros.

Sem rodeios, o lugarzinho é ótimo. TODAS as caipivodkas que tomamos por lá estavam ótimas. Maracujá, tangerina, abacaxi, caju e a "top" caju com limão.




Mas, caso você não seja lá muito fan da bebida, não se preocupe, tome espumantes, cervejas, etc...

Além disso, as comidinhas são super bem servidas e igualmente imperdíveis. Comemos uma porção de risoles de frango e outra de camarão (600g da iguaria, temperada com muito alho e óleo).

Dicas: (I) as caipis exóticas são servidas a partir de quinta-feira (vale a pena esperar); (II) vá no fim de tarde e aproveite a brisa do Leblon; (III) leve dinheiro, já que cartões não são aceitos.




É isso aí, pequenos! Quando forem ao Rio, não deixem que passar por lá.

Em tempo: gostaria de incorporar ao post o comentário da minha querida Love (Eu Amo Chanel) que trouxe uma lembrança importantíssima:

"E outro ponto positivo foi a honestidade do garçon qdo vc pagou dando dinheiro a mais! "

E aconteceu exatamente isso. Dei R$ 50,00 (cinquenta reais) a mais na conta e o garçon não exitou em nos alertar para o fato e devolver prontamente o dinheiro.

Aqui, acho pertinente dizer que o Rio e os cariocas são objeto de alguns preconceitos. Malandragem e desonestidade estão onde existe o ser humano.

Fotos: Eu e reprodução.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Cantina Pianceza: um jantar agradável, mas sem brilho.

Sabe quando você vai a um lugar e sai com a sensação de que ...foi bom, nada mais. 

Pois bem, foi isso que aconteceu quando fui a Cantina Pianceza, em setembro do ano passado.

Trata-se de uma cantina italiana muito bem instalada em um pequeno espaço na Rua Aimorés 2.422, em Lourdes, Belo Horizonte.

A casa é simpática e faz bem o estilo das cantinas paulistas do Bixiga, bairro paulistano onde se instalou a colônia italiana de SP.


É bom dizer que o lugar não é uma daquelas casas sofisticadas e caras de Lourdes, mas sim um restaurante bacana, mais simples e com preços menos salgados.

Estacionar é fácil e, até por isso, não há serviços de manobrista.

O serviço não é nada especial, mas atende com eficiência.

Para beber, a ala feminina da mesa pediu um espumante rose, que foi servido em boa temperatura.


Eu degustei um tempranillo argentino 2008. Gosto muito dos vinhos dessa uva, apesar de ser melhor cultivada na Espanha. Prove o Pata Negra 2002/08 Gran Reserva (vende no Mart Plus a R$ 55,00).



De entrada um carpaccio de picanha, servido com sorvete de manjericão (salvo engano), versão da entrada até então desconhecida para mim. Prefiro o tradicional.


Os pratos principais ficaram por conta de um talharim com frutos do mar e ravioli de mussarela de búfala com tomates. É evidente que as massas formam a especialidade da casa.



A comida é uma delícia.

O preço é bacana e o jantar saiu a aproximadamente R$ 80,00 (oitenta reais) por pessoa.

Se eu fosse você, eu iria. Não espere muito e saia satisfeito.

É isso, quando for, conta aqui sua opinião sobre a casa.

Fotos: Eu.